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    Templates da Lua

    29/11/2009

    Oi sou sua fã!

     

    Tenho alguns famosos na minha lista de pessoas famosas que já esbarrei na rua: Raul Cortez, Tarcisio Meira, Daniel (cantor), Nair Belo, Luciano Huck, Roberto Justus entre outros, mas nenhum era alguém que eu almejava ver, então por conseqüência não rolou histeria nem autógrafos apenas sorrisos tímidos e acenos de mão.

    Sinceramente não sei o que eu faria se visse um Johnny Depp na rua, talvez corresse ao encontro dele tropeçando no meu inglês em meio a tanta euforia ou simplesmente tentasse manter a calma e dissesse: Hi, I love your movies and of course you, oh! I want say your jobs...

    Acho que não tenho essa paranóia de encontrar alguém famoso e tals até porque considero estas pessoas normais assim como eu e que tem toda essa fama porque a mídia assim faz. É claro que admiro trabalhos de alguns artistas/cantores, mas não sairia correndo me esgoelando atrás dessa pessoa. Pediria uma foto porque pra mim vale mais do que um autógrafo, provavelmente essa pessoa não teria tempo de um bate papo então daria um abraço trocaria sorrisos e voltaria pra minha casa feliz e saltitante.

     

    *Texto para o TDB


    Escrito por Natalia às 21h26
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    18/11/2009

    2012 A odisseia

    E se o mundo acabasse mesmo em 2012 seguiria a vida como venho seguindo, mas compraria uma boia (mesmo sabendo que seria inutil para um tsunami), demonstraria mais meus sentimentos, pararia de me preocupar com roupas e cabelo, talvez, virasse uma hippie e no ultimo dia tomaria um porre segurando minha boia!

    *Pauta para o TDB


    Escrito por Natalia às 09h47
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    10/11/2009

    O tal vestido rosa

     

    Quando fiquei sabendo do caso com a universitária da Uniban me senti na década da minha avó onde minissaias era um escândalo, mas nós estamos no século 21 não é estranho que o tamanho de uma saia seja motivo para tanto revolta?! Nunca vi ninguém tentando linchar mulheres frutas!

    A moça é bonita e com um corpo que qualquer homem admiraria e mulheres sentiriam inveja e então armaram essa bagunça alegando que o lugar não era apropriado para o tal do vestido rosa. Em um país que se diz liberal o acontecido provou o contrario.

    Se o vestido era mesmo tão vulgar poderia então pedir com educação para a moça trocar de roupa e não chegar a um ponto em que ela precisou sair escoltada da universidade.  Tudo isso tomou um rumo maior do que o esperado com suspensão da dona do tal vestido rosa e depois a suspensão da suspensão quem sabe agora  ela não volte de burca pra evitar ouvir mais palavrões e assovios vulgares. E isso só mostrou o quanto ainda somos intolerantes, invejosos, moralistas e de um certo modo preconceituosos.

     

    *Texto para o TDB


    Escrito por Natalia às 13h54
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    07/11/2009

    Uma história de amor

     

    Toda sexta feira eu vejo uma historia de amor que me comove:

    Uma senhora desprezada pelos outros passageiros do ônibus por suas roupas simples e suas sacolas cheias de legumes sempre está no ônibus que pego para ir à aula. Ela se sente meio sem jeito entre pessoas todas bem vestidas para o trabalho e entre adolescente com seus fones de ouvido num mundo paralelo, para alguns ela passa despercebida, mas pra mim não.

    Ela tem um jeito simples, tem estampado no rosto as marcas da vida, tem traços de que  quando mais jovem tinha uma certa beleza, não sei nada de sua vida, mas sinto que ela é uma pessoa boa pela cena de amor que vejo toda sexta.

    É como se ele tivesse um relógio, um sexto sentido, toda sexta ele esta lá no ponto esperando por ela e quando o ônibus pára e abre a porta ele entra e com toda sua alegria dá boa vinda para a senhora e de um jeito especial faz todos do ônibus admirar e sorrir com aquela cena.

    Ela mal coloca os pés no chão e ele pula nela abanando o rabo, latindo e babando num jeito típico de um cachorro mostrar seu afeto pelo dono. Então os adolescentes largam seus fones de ouvido, os trabalhadores por um momento esquecem os problemas que esperam no serviço e todos do ônibus por um momento têm em sua frente uma linda historia de amor.

    E é com essa cena na cabeça que vou até a minha aula, com uma amostra de amor puro que não pede nada em troca.

    Estes são meus amores: Bisteka- meu (preto), Fifi- era (porque morreu) da minha mãe (branca) e o Bidu- da minha irmã!


    Escrito por Natalia às 14h38
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    22/10/2009

    Vida virtual e vida social.

     

    Fato: existem pessoas que trocaram suas vidas reais pelas virtuais. Até que ponto isso é legal? Acredito que seja quando essa rede social de orkut, facebook, twitter entre outras não atrapalhe sua vida.

    Não vejo mal em acessar uma vez ou outra estas redes para atualizar, acho até legal, mas não a ponto de você deixar seus afazeres de lado para ficar na frente do computador rindo ou chorando sozinha. Isso é horrível. Sou mil vezes o contato real.

    E sem contar a tal da privacidade, dela você pode esquecer. Não adianta chutar o pau da barraca por aquela pessoa não sair do seu orkut, porque ela vai continuar ali ou em qualquer outra rede social investigando sua vida como se você fosse uma celebridade! Bloquear? Bom pode resolver, mas se estas pessoas estão realmente dispostas a te bisbilhotar vão arrumar um jeito. Não se diz que tem jeito para tudo?!

    Hoje em dia as pessoas estão voltadas ao mundo virtual e não tem como não fazer parte desse mundo, mas se for de uma maneira dosada acredito que todos podem ter sua vida virtual e social sem uma comprometer a outra.

     

    *Texto para o TDB


    Escrito por Natalia às 14h19
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